quinta-feira, 5 de maio de 2011

Homofobia

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Olá.

Apesar de eu estar falando sobre idiomas, resolvi dar uma pausa. Vou falar sobre outros assuntos, depois voltarei aos idiomas.

O meu assunto é sobre homofobia. Eu sei, a mídia já está falando sobre isto, todo mundo está falando sobre isso (principalmente depois que aquele deputado Jair Bolsonaro deu sua opinião), mas, como sempre, vim aqui expressar minha opinião acerca.

A homofobia (que na verdade significa "medo do igual", no caso o "igual" seria o homossexualismo) é uma espécie de intolerância com o homossexualismo de modo brutal ou não. Às vezes, pode ocorrer aquela coisa de "grupos contra", mas que na verdade estes não fazem absolutamente nada além de xingar, falar mal deles. Mas isso é normal, afinal, não existe nada nesse mundo que agrada a todos, mas tem coisas que são mais notórias que as outras, se é que assim posso dizer. Isso só se torna "anormal" a partir do momento em que se parte para a agressão sem motivo, para a humilhação.

Eu me pergunto porque esses "machões" batem nos gays. Raiva? Será que eles estão achando que eles vão exterminá-los da face da Terra com seus próprios punhos? De jeito nenhum. O homossexualismo sempre existiu, e provavelmente permanecerá a existir. Batendo num casal vai te tornar um idiota, preconceituoso e provavelmente presidiário. Mas, apesar disso, eu tenho uma teoria: graças aos ataques homofóbicos que ocorreram anteriormente, começou a ter muitos movimentos pró-gays. Muitos políticos estão atendendo ao pedido desses movimentos de anti-homofobia, criaram até o kit gay (que eu creio que são materiais de informação acerca disto, não sei bem). Bem, com isso, os gays estão tendo uma proteção do caramba, e tem gente que acha nojento o amor entre duas pessoas do mesmo sexo, então parte pra agressão. Será? Não sei, não sou agressor de homossexuais.

Mas, vou dizer uma coisa que eu acho. ÓBVIO que todos os seres humanos tem os mesmo direitos, independente de etnia, religião, sexualidade e nacionalidade (de acordo com o Artigo Nº1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e com a ética também). Mas, observemos: não somos obrigados a gostar de tudo. Então, uma pessoa em sua residência ou comércio, poderia de certo modo proibir certos tipos de comportamento em sua estadia, como os de fumante, os de gente que entra sem camisa, os que entram bêbados. Por que não ser o mesmo com os gays? Se o proprietário não gostar do comportamento homossexual em seu local, é um direito dele de proibir isto no local em que se alugou ou comprou, tanto faz. Mas, os homossexuais querem passar por cima deste tipo de direito, se um rapaz colocar que em seu local é proibido manifestação ostensiva de homossexualismo, logo o indiciarão de preconceito. Eu digo isso porque eu já sei de um caso assim que ocorreu. Mas, o ponto que eu quero chegar é: e na rua? Na rua pode, tem locais onde os gays normalmente se encontram, saem, etc. Então, esse tipo de intolerância aos homossexuais pode até ser considerado uma característica própria sua, mas desde que isso não afete aos homossexuais de forma ofensiva, continue com seu pensamento.

Eu sou heterossexual e sou contra a homofobia. Para mim, duas pessoas podem se amar independente do sexo, homem com homem, mulher com mulher, homem com mulher, mulher com homem, tanto faz, amor não escolhe quem e seu sexo, isso deriva-se de sua opção sexual. Mas, não gosto quando os gays querem extrapolar de seu direito e se acharem as únicas pessoas do mundo; afinal, muitos ainda veem com desdém o relacionamento entre eles. Mesmo eu, não gosto de ficar perto entre dois gays namorando, afinal tenho alguns amigos e amigas gays e isso já ocorreu frequentemente (na verdade, não gosto de ficar perto de ninguém namorando, me sinto... "de vela"?). Muitos são indiferentes perante as ações homofóbicas, mas se tivessem um amigo gay e o vissem apanhando somente pelo fato dele ser gay, sei que a situação se inverteria. Ou não, de repente estou falando besteira.

Encerrando: sou indiferente a parada gay. Mas se alguém me chamar para ir, minha resposta de imediato será não. Não, eu não sou gay mesmo, para de pensar isso, seu infeliz pretensioso!

Tchau.

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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Línguas celtas v2.0 - Conjugações de verbo.(gaélico irlandês)

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Olá.

Não satisfeito com o tamanho da postagem a respeito das línguas celtas, irei comentar mais sobre elas aqui.

Infelizmente, o gaélico irlandês é o único que tenho conhecimento suficiente para fazer uma boa postagem aqui. Eu vou pesquisar bastante, quando eu tiver bastante conhecimento do galês, do manês, escocês, ou qualquer outro idioma celta, eu farei uma nova postagem!



O método como o irlandês conjuga verbo é super legal e um tanto complicado. Por exemplo, vou usar o verbo "ser" que é "tá". Sim, "ser" em irlandês é "tá" mesmo. Conjugá-lo-ei:

Táim - Eu sou
Tá tu - Tu és / Você é
Tá sé - Ele é
Tá sí - Ela é
Táimid - Nós somos
Tá sibh - Vós sois / Vocês são
Tá siad - Eles são

Acho que eu nunca devo ter dito isso, mas eu sempre gostei muito de conjugar verbos.

Vou usar um verbo mais comum, e agora vocês vão entender o porquê de ser um pouco complicado. O verbo comer, que é "ith" (na escrita, lembra o inglês "eat", mas a verdade é que se pronuncia "irr", com sotaque carioca beeem puxado). Conjugá-lo-ei:

Ithim - Eu como
Itheann tú - Tu comes / Você come
Itheann sé - Ele come
Ithimid - Nós comemos
Itheann sibh - Vós comeis
Itheann siad - Eles comem

Vou explicar. Por que o "tá" não precisa do "(e)ann" no final e o "ith" precisa? Simplíssimo. Esse sufixo "-(e)ann" é como um gerúndio para nós ("-ando", -"endo", "-indo", ou como no inglês, o famoso "-ing"). O verbo ser não precisa de um gerúndio, pois é um verbo de estado, ou seja, uma coisa que já está definida, você É. O Se você estiver sendo alguma coisa fora do seu comum, é acompanhado de partículas e palavras para especificar. Já o verbo comer é um verbo de ação, uma coisa que você pratica, exerce. Então, é acompanhado do gerúndio (ou seja, "comer" se torna "comendo").
Isso funciona para qualquer verbo de ação. Vou conjugar mais um aqui para finalizar. Vou usar o verbo "deixar", que em irlandês é "fág".

Fágaim - Eu deixo
Fágann tú - Tu deixas / Você deixa
Fágann sé - Ele deixa
Fágaimid - Nós deixamos
Fágann sibh - Vós deixais / Vocês deixam
Fágann siad - Eles deixam

Com relação a conjugação de verbos, o irlandês está muito a frente do inglês, que é pobre nisso. Mas ainda não tem tanta coisa como em português. Em irlandês há 3 modos (indicativo, subjuntivo e imperativo). No indicativo tem 4 conjugações: presente, pretérito perfeito, pretérito imperfeito e futuro do presente. No subjuntivo, possui uma: pretérito imperfeito ("se eu fosse, se eu comesse"...). E no imperativo, só possui uma, também: a afirmativa.

Obviamente, eu não sei como conjugar em todas as formas (ainda =P). Mas eu posso arriscar o futuro do presente no modo indicativo. O verbo deixar:

Fágfaidh mé - Eu deixarei
Fágfaidh tú - Tu deixarás / Você deixará
Fágfaidh sé - Ele deixará
Fágfaimid - Nós deixaremos
Fágfaidh sibh - Vós deixareis / Vocês deixarão
Fágfaidh siad - Eles deixarão

O "faidh" é uma partícula-sufixo que indica futuro, obviamente. Em verbos regulares, somente coloque ele junto ao radical e coloque depois o pronome (no caso da 1ª pessoa do plural, juntar também). Entrementes, estamos falando de verbos regulares. E os irregulares, #comofas?

Nos irregulares se faz a mesma coisa. Só muda o radical. Por exemplo, o verbo comer, em que "ith" vira "íos":

Íosfaidh mé - Eu comerei
Íosfaidh tú - Tu comerás / Você comerá
Íosfaidh sé - Ele comerá
Íosfaimid - Nós comeremos
Íosfaidh sibh - Vós comereis / Vocês comerão
Íosfaidh siad - Eles comerão

Mas o verbo ser, como na maioria das línguas do mundo, é um verbo EXTREMAMENTE irregular. Então, o futuro do verbo ser tem um modo próprio para ele:

Beidh mé - Eu serei
Beidh tú - Tu serás / Você será
Beidh sé - Ele será
Beimid - Nós seremos
Beidh sibh - Vós sereis / Vocês serão
Beidh siad - Eles serão

Para finalizar: no inglês, os verbos quando estão no infinitivo é sempre acompanhado do "to" antes do verbo, como o verbo "to be" (ser), "to eat" (comer) e "to let" (deixar). No irlandês isso também acontece, quando o verbo está no infinitivo é sempre acompanhado do "ag". Mas com o verbo ser não é "ag tá", é "ag bheidh".

Tchau.

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sexta-feira, 18 de março de 2011

Línguas celtas

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Olá.

Mesmo não demonstrando, eu ADORO cultura celta. Mas não falarei da cultura deles por agora, mas sim os idiomas vindos dele. (Eu fui começar por um dos ramos mais complicados dos idiomas. Mas tudo bem...)

Há várias hipóteses para o surgimento das línguas celtas. A mais aceita é a do Celta-P e a do Celta-Q, que é um proto-celta que surgiu há mais de mil anos que desenvolveu os idiomas celtas do continente (celta-P) e as da ilha (celta-Q). É muito estranho, mas como todos os idiomas tem uma certa familiarização, é a que mais acreditam (ou seja, ao ler uma coisa em escocês você pode perceber que tem uma certa semelhança com o irlandês, mesmo que distante).

O ramo celta atualmente tem poucos representantes (extinção devido a imposição do inglês). Eles são: irlandês, escocês, manês, galês, bretão e córnico. Mas afinal, qual a semelhança entre eles? Como eles "funcionam"?

Vamos separar os idiomas continentais dos insulares (das ilhas).

Os insulares (irlandês, escocês e manês; o escocês pode ser chamado de "gaélico escocês" e o irlandês de "gaélico irlandês") são de mais fácil leitura. Mas o que os torna mais complicados é a pronúncia. Por exemplo, a frase em irlandês "Go raibh maith agat" ("muito obrigado"), tem uma pronúncia muito diferente do que se imagina. A pronúncia é "gow rév mérr agát", esses dois erres tem que ter som tipo de carioca, mas beeeem puxado.

Os continentais (galês, bretão e córnico) tem uma pronúncia vistosa, o que a gente lê é o que a gente deve pronunciar (com umas poucas exceções), mas o comprimento das frases e a leitura/escrita é uma coisa... peculiar. Por exemplo, a frase em galês "diolch yn fawr yawn" ("muito obrigado"). Imagino um galês escrevendo um recado para seu amigo agradecendo por ter dado um livro... eu joguei no Google Translator e saiu algo como "diolch yn fawr yawn am rhoi i mi eich llyfr". Meu Deus...

De todos os idiomas acima, o único que eu já peguei para estudar sério foi o gaélico irlandês. Eu tinha uma amiga irlandesa que me ensinava tudo o que ela sabia a respeito do idioma, inclusive, que é falado somente por 3% da Irlanda como língua materna e que a maioria dos irlandeses a tem como segunda língua (ou seja, corre risco enorme de se extinguir daqui umas décadas). É uma língua muito bonita, é uma das mais bonitas de todas na minha concepção.

"Dia dhuit! Conas atá tú? Bhí mé ag siúl, nuair a tháinig mé go tobann ar do áilleacht. Afonso is ainm dom, táim as an Bhrasail. Agus mise? =)"

Aqui eu estou pedreirando em irlandês. É algo como "Olá! Como você está? Eu estava andando, quando de repente eu me deparei com sua beleza. Eu me chamo Afonso, eu sou do Brasil (só podia ser). E você?". Esqueçam a tradução, vejam apenas a beleza do idioma, da escrita. Eu acho muito lindo.

O gaélico escocês e o manês (que é falado na Ilha de Man, um território britânico. Os Bee Gees sairam de lá) são parecidos com o gaélico irlandês, mas a beleza da escrita fica por conta do irlandês.

Agora, jogando isso no GT (ou seja, pode não estar 100% correto) e vendo o resultado em galês, como ficaria mais ou menos esse mesmo trecho:

"Helo! Sut wyt ti? Yr oeddwn yn cerdded, pan yn sydyn ddes i dy harddwch. Fy enw i yw Afonso, yr wyf o Frasil. A chi?"

É uma língua mais firme, mais imponente. Não deixa de ser bonita, mas eu sou mais o irlandês.

Agora, para finalizar, os nomes das línguas, em inglês e seus respectivos idiomas:

Irlandês - Irish - Gaeilge
Escocês - Scottish - Gàidhlig
Manês - Manx - Gaelg
Galês - Welsh - Cymraeg
Bretão - Breton - Brezhoneg
Córnico - Cornish - Kernewek

Muito excêntrico, muito diferente, e o principal, muito belo. Espero um dia ter paciência e capacidade de ter uma dessas fluentes em minha mente.

Tchau.

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Idiomas - Versão 1.0 demo

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Olá.

Não liguem pro título nerd.

Agora eu vou começar a falar sobre idiomas e idiomas, origens, tudo o que eu gosto a respeito de línguas e tal.

Já houveram muitas línguas antigamente, e uma das mais famosas delas é o latim. Existiu uma língua antecessora, a língua úmbria, que foi se modificando com os tempos e, no fim, se tornou dois idiomas: o falisco e o latim. Como a língua mais falada era o latim, aos poucos o falisco foi sendo influenciado e "extinguiu-se", sendo apenas mais uma ramificação do latim. E o latim foi expandindo-se pela Europa, até que foram se modificando e ramificando e hoje temos idiomas como o português, espanhol, francês, italiano, romeno, entre muitos outros.

Para se ter uma ideia do quão grande foi a influência latina, vamos para um exemplo. O inglês, língua germânica derivada do anglo-saxão, tem 60% do seu vocabulário latinizado. Isso se deve ao francês ter influenciado bastante, também. Por isso o grande número de cognatos no inglês.

Mas, não foram somente o anglo-saxão e o latim que foram os primórdios dos idiomas. Existem vários outros proto-idiomas que eu irei explicar. Esse foi somente o texto de apresentação, espero que vocês venham a curtir!

Tchau.

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Social

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Olá.

Redes sociais é o que menos falta na internet. Orkut, Facebook, Twitter, MySpace, Cromaz, uma pá de coisa. Particularmente prefiro o Orkut, apesar de gostar bastante do Facebook (que possui gente de tudo quanto é lugar do mundo). Fora que existe aqueles sites que servem como um espaço para você colocar fotos, pensamentos, o que quiser, como o Tumblr, o Flickr e até mesmo esse blog que eu estou escrevendo agora. Mas, qual o propósito de ter tanta coisa assim se o motivo é o mesmo?

Na verdade, é o mesmo motivo pelo qual existe variadas marcas de qualquer produto: ver qual o melhor e qual tem mais usuários. Teoricamente, o objetivo de existência de uma rede social é socializar, fazer amigos, ou mesmo encontrar amigos antigos. Mas essas redes investem em muitas outras coisas, como aplicativos em geral, joguinhos. É exatamente igual a um celular moderno, cujo objetivo inicial era telefonar sem estar necessariamente em casa, mas agora tem jogos, mp3, câmera fotográfica, acesso a internet, etc. Mas, o que me levou a fazer essa postagem não foi falar de marketing ou utilitários de uma rede social. O que me levou a fazer essa postagem foi minha intriga com relação a pessoas que não gostam de fazer amigos e que possuem redes sociais. Por que será?

Tenho uma teoria. Posso estar totalmente errado, mas tanto faz. Anyway, existem dois tipos de gente antissocial: as de fato e as que gostariam de ser. Os que gostariam de ser apenas acham que por ser uma pessoa "diferente" do costume, elas tem menos amigos que os outros e já se colocam abaixo. E, esse tipo de pessoa normalmente usa uma rede social para lotar perfis, sendo que não fala com ninguém e depois vem com um "chorinho" de "ninguém me ama, ninguém me quer". E as pessoas que são de fato antissociais, elas tem uma conta em rede social para aprofundar-se na sua tristeza e expor que é uma pessoa solitária, muitas vezes em vão. Então, somente o usam para manter contato com seus amigos.

(Eu acho muito engraçado, as pessoas tem um perfil e logo no começo já está escrito "não add desconhecidos!". Que coisa mais sem nexo, uma rede SOCIAL com gente não querendo ter amigos...)

Sempre que alguém me adiciona, eu aceito tranquilamente. Só acho chato quando alguém me adiciona e não responde quando eu mando alguma coisa, quando, no geral, não mantém contato comigo (aí eu excluo). Daí, venho pensando: por que certas pessoas tem mania de esnobar? Um ego muito alto? A vontade de querer se sentir superior a alguém? Se acham muito para tal pessoa? Quando eu percebo que a pessoa tem uma dessas características, começo a ficar com um pé atrás enquanto converso com ela. Sinceramente, uma das coisas que eu mais odeio em uma pessoa é quando ela tem o ego maior que o mundo. Mas, apesar disso, tento sempre provar que sou diferente, continuo a conversar sendo o melhor possível.

Com tantas opções, tantos grupos de pessoas que podem possuir os mesmos gostos que você, continuam com essas manias de querer ser antissocial ou querer ser o maior de todos. Tsc, tsc, tsc...

Tchau.

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Lutas

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Olá.

Se eu lhes disser que eu havia esquecido completamente o meu blog, vocês acreditam? heheh

Enfim, vou voltar a escrever sobre temas variados, sem muitos sentimentalismos.

Eu gosto de lutas. Sempre gostei. Quando eu era mais novo, tinha uns 5, 6 anos, eu fazia judô. Eu era bom, me esforçava! Mas quando cheguei na faixa cinza (a segunda faixa...), meu pai parou de pagar o curso porque eu havia terminado a pré-escola, e ficava mais caro fazer lá na academia, mesmo. A minha escolinha havia chego em segundo lugar no campeonato entre escolinhas. Em cada uma havia 4 representantes, e lutávamos contra 3, não sei bem como era o esquema. Só me lembro que, dos 3, eu venci 2, o meu amigo venceu só um e o outro venceu os 3.

Existem vários tipos de luta. E existe o MMA (Mixed Martial Arts, artes marciais mistas), é uma espécie de vale-tudo envolvendo todos os estilos. Mesmo parecendo brutal, a maioria deles é virado para a arte, o que significa que não foi feito para "guerrear", ou matar. Inclusive, existe um lema no MMA, que diz: "quem luta não briga" (Reflitam. ;)).

O estilo mais procurado pelos jovens brasileiros é o Jiu Jitsu, e eu ainda tento entender o porquê: para mim, é apenas imobilização com chaves de braço, perna, pescoço... não vejo muita graça. Particularmente, gosto de Muay Thai e Kung Fu. Não sou muito adepto a artes marciais ocidentais, como o boxe, mas admiro-as.

Porém, existem lutas que são feitas para a guerra. Por exemplo, o clássico Krav Magá. Não existe regras: apenas a sobrevivência importa. Nunca lute com um indivíduo especializado em Krav Magá, muitos deles vão querer um pedaço seu de recompensa. Esse tipo de luta eu dispenso.

Enfim: uma grande responsabilidade para o lutador é não usar a luta para benefício próprio, ou para machucar as pessoas; deve ser usada para a defesa. Pessoas que lutam para machucar não merecem respeito algum.


Tchau.

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sábado, 8 de janeiro de 2011

Metas

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Olá.

Ano novo, vida provavelmente nova. Pode parecer clichê ou algo do gênero... porém, isso é algo "inédito" pra mim, é a primeira vez em que projeto metas para o meu ano. Penso em um ano bom para mim, por que não? Afinal, não se deve esperar que as coisas simplesmente aconteçam, se você pode fazer algo para melhorar seu ano, não espere que o acaso o faça.

Bem... muitas coisas aconteceram em 2010. Eu não posso dizer que foi o melhor ano da minha vida, pois ocorreram coisas muito tensas (principalmente no começo do ano), como a perda do meu padrinho, o fim da escola, etc, mas não digo que foi o pior, pois coisas maravilhosas também ocorreram, como o meu terceiro ano, amigos, enfim.

Creio que agora terei mais tempo para o blog, afinal, estou de "férias", não é? Espero ter ideias sempre para vocês lerem e refletirem, heheh.

Para o ano de 2011, estabeleci 5 metas. Dentre elas:

- Passar em Letras na USP. É, já estou decidido. Como não prestei nenhuma facul, vou ficar o ano todo estudando para compensar.

- Trabalhar e conseguir as coisas com meu próprio dinheiro.

- Fazer cursos que aumentem meu conhecimento, mas somente sobre aquilo que eu tenho realmente vontade, como música.

Finalizando... parabéns a todos os meus amigos que conseguiram ingressar nas universidades, e que esse ano seja o MEU ano. Vai ser bom, eu farei com que seja. ;)

Haverão próximas postagens... esse foi só pra marcar a volta do blog, que anda meio... parado. (é... a frase soou estranha...)

Tchau.

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PS: A Letícia é coisa de louco!