domingo, 15 de dezembro de 2013

Introdução.

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Um rapaz tão observador como aquele, e ainda em um dia como aquele, realmente não poderia deixar coisas como essas passarem. A ligação que fazia com seus pensamentos recentes. Entrando no metrô - pontualmente, 17h30 -, viu o violinista tirar o seu maravilhoso instrumento na caixa. Pela qualidade do som, aparentemente foi moldado e produzido com todo o carinho por um luthier. Talvez o melhor luthier... o som o agradava de tal forma que fez o rapaz tão observador se aquietar por poucos minutos. O violinista executava suas peças de forma melancólica com o olhar igualmente melancólico. Ao invés de passar sorrisos e agitação para, ao menos, tentar envolver as apressadas pessoas que ouviam de forma curta sua performance, ele quis demonstrar que estava triste. O rapaz observador, que também estava com pressa, ficou apenas 8 minutos. Minutos estes que foram muito mais do que suficiente para atingir o seu coração.

De certo, não deveria ter parado para ouvir o violinista. Olhando pela janela, mais uma vez pegou-se naquele exato pensamento... o pensamento do fracasso. Em meio a devaneios e um pouco mais de devaneios, a questão que pairava no ar em sua frente, na testa de todos os passageiros, desenhado no teto do vagão: será que realmente vale a pena tentar a morrer lamentando?

Claro que ele ouvia das pessoas em geral a mesma resposta. "Sim, mas é claro que vale a pena, a dor da dúvida é pior do que a dor do fracasso. E se desse certo? Se você não tentasse, você não saberia!". Sim, a coceira ardida e sórdida da dúvida é algo que realmente incomoda. Mas e para uma pessoa que fracassou em todas as suas tentativas?

Não exatamente de todas as tentativas: não deve existir alguém com tamanho azar nesse mundo. Porém, a sorte mal anda com ele (e isso é um eufemismo para dizer que não, a sorte não anda). Fracassos atrás de fracassos sempre vai desanimar alguém. E nem o mais forte dos pessimismos consegue tirar a tristeza e a amargura que o fracasso sempre traz às pessoas.

É. Talvez ele não devesse mais tentar.

Ou será que algum dia, de bandeja, o destino o entregasse um sucesso para trabalhar em cima?

Não sei. Vamos ver se um dia o narrador que vos escreve parará com a subjetividade para dizer, enfim, o que aguarda o rapaz observador.

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sexta-feira, 18 de março de 2011

Social

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Olá.

Redes sociais é o que menos falta na internet. Orkut, Facebook, Twitter, MySpace, Cromaz, uma pá de coisa. Particularmente prefiro o Orkut, apesar de gostar bastante do Facebook (que possui gente de tudo quanto é lugar do mundo). Fora que existe aqueles sites que servem como um espaço para você colocar fotos, pensamentos, o que quiser, como o Tumblr, o Flickr e até mesmo esse blog que eu estou escrevendo agora. Mas, qual o propósito de ter tanta coisa assim se o motivo é o mesmo?

Na verdade, é o mesmo motivo pelo qual existe variadas marcas de qualquer produto: ver qual o melhor e qual tem mais usuários. Teoricamente, o objetivo de existência de uma rede social é socializar, fazer amigos, ou mesmo encontrar amigos antigos. Mas essas redes investem em muitas outras coisas, como aplicativos em geral, joguinhos. É exatamente igual a um celular moderno, cujo objetivo inicial era telefonar sem estar necessariamente em casa, mas agora tem jogos, mp3, câmera fotográfica, acesso a internet, etc. Mas, o que me levou a fazer essa postagem não foi falar de marketing ou utilitários de uma rede social. O que me levou a fazer essa postagem foi minha intriga com relação a pessoas que não gostam de fazer amigos e que possuem redes sociais. Por que será?

Tenho uma teoria. Posso estar totalmente errado, mas tanto faz. Anyway, existem dois tipos de gente antissocial: as de fato e as que gostariam de ser. Os que gostariam de ser apenas acham que por ser uma pessoa "diferente" do costume, elas tem menos amigos que os outros e já se colocam abaixo. E, esse tipo de pessoa normalmente usa uma rede social para lotar perfis, sendo que não fala com ninguém e depois vem com um "chorinho" de "ninguém me ama, ninguém me quer". E as pessoas que são de fato antissociais, elas tem uma conta em rede social para aprofundar-se na sua tristeza e expor que é uma pessoa solitária, muitas vezes em vão. Então, somente o usam para manter contato com seus amigos.

(Eu acho muito engraçado, as pessoas tem um perfil e logo no começo já está escrito "não add desconhecidos!". Que coisa mais sem nexo, uma rede SOCIAL com gente não querendo ter amigos...)

Sempre que alguém me adiciona, eu aceito tranquilamente. Só acho chato quando alguém me adiciona e não responde quando eu mando alguma coisa, quando, no geral, não mantém contato comigo (aí eu excluo). Daí, venho pensando: por que certas pessoas tem mania de esnobar? Um ego muito alto? A vontade de querer se sentir superior a alguém? Se acham muito para tal pessoa? Quando eu percebo que a pessoa tem uma dessas características, começo a ficar com um pé atrás enquanto converso com ela. Sinceramente, uma das coisas que eu mais odeio em uma pessoa é quando ela tem o ego maior que o mundo. Mas, apesar disso, tento sempre provar que sou diferente, continuo a conversar sendo o melhor possível.

Com tantas opções, tantos grupos de pessoas que podem possuir os mesmos gostos que você, continuam com essas manias de querer ser antissocial ou querer ser o maior de todos. Tsc, tsc, tsc...

Tchau.

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Lutas

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Olá.

Se eu lhes disser que eu havia esquecido completamente o meu blog, vocês acreditam? heheh

Enfim, vou voltar a escrever sobre temas variados, sem muitos sentimentalismos.

Eu gosto de lutas. Sempre gostei. Quando eu era mais novo, tinha uns 5, 6 anos, eu fazia judô. Eu era bom, me esforçava! Mas quando cheguei na faixa cinza (a segunda faixa...), meu pai parou de pagar o curso porque eu havia terminado a pré-escola, e ficava mais caro fazer lá na academia, mesmo. A minha escolinha havia chego em segundo lugar no campeonato entre escolinhas. Em cada uma havia 4 representantes, e lutávamos contra 3, não sei bem como era o esquema. Só me lembro que, dos 3, eu venci 2, o meu amigo venceu só um e o outro venceu os 3.

Existem vários tipos de luta. E existe o MMA (Mixed Martial Arts, artes marciais mistas), é uma espécie de vale-tudo envolvendo todos os estilos. Mesmo parecendo brutal, a maioria deles é virado para a arte, o que significa que não foi feito para "guerrear", ou matar. Inclusive, existe um lema no MMA, que diz: "quem luta não briga" (Reflitam. ;)).

O estilo mais procurado pelos jovens brasileiros é o Jiu Jitsu, e eu ainda tento entender o porquê: para mim, é apenas imobilização com chaves de braço, perna, pescoço... não vejo muita graça. Particularmente, gosto de Muay Thai e Kung Fu. Não sou muito adepto a artes marciais ocidentais, como o boxe, mas admiro-as.

Porém, existem lutas que são feitas para a guerra. Por exemplo, o clássico Krav Magá. Não existe regras: apenas a sobrevivência importa. Nunca lute com um indivíduo especializado em Krav Magá, muitos deles vão querer um pedaço seu de recompensa. Esse tipo de luta eu dispenso.

Enfim: uma grande responsabilidade para o lutador é não usar a luta para benefício próprio, ou para machucar as pessoas; deve ser usada para a defesa. Pessoas que lutam para machucar não merecem respeito algum.


Tchau.

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sábado, 8 de janeiro de 2011

Metas

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Olá.

Ano novo, vida provavelmente nova. Pode parecer clichê ou algo do gênero... porém, isso é algo "inédito" pra mim, é a primeira vez em que projeto metas para o meu ano. Penso em um ano bom para mim, por que não? Afinal, não se deve esperar que as coisas simplesmente aconteçam, se você pode fazer algo para melhorar seu ano, não espere que o acaso o faça.

Bem... muitas coisas aconteceram em 2010. Eu não posso dizer que foi o melhor ano da minha vida, pois ocorreram coisas muito tensas (principalmente no começo do ano), como a perda do meu padrinho, o fim da escola, etc, mas não digo que foi o pior, pois coisas maravilhosas também ocorreram, como o meu terceiro ano, amigos, enfim.

Creio que agora terei mais tempo para o blog, afinal, estou de "férias", não é? Espero ter ideias sempre para vocês lerem e refletirem, heheh.

Para o ano de 2011, estabeleci 5 metas. Dentre elas:

- Passar em Letras na USP. É, já estou decidido. Como não prestei nenhuma facul, vou ficar o ano todo estudando para compensar.

- Trabalhar e conseguir as coisas com meu próprio dinheiro.

- Fazer cursos que aumentem meu conhecimento, mas somente sobre aquilo que eu tenho realmente vontade, como música.

Finalizando... parabéns a todos os meus amigos que conseguiram ingressar nas universidades, e que esse ano seja o MEU ano. Vai ser bom, eu farei com que seja. ;)

Haverão próximas postagens... esse foi só pra marcar a volta do blog, que anda meio... parado. (é... a frase soou estranha...)

Tchau.

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PS: A Letícia é coisa de louco!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Altruísmo

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Olá.


Ontem eu tive um concerto com o meu pequeno grupo erudito que carinhosamente chamo de orquestra. Não foi a minha primeira vez, e pretendo que não seja a última, claro. Mas... a apresentação de ontem foi um pouquinho diferente das convencionais. Por quê? Para começar não havia algum julgamento. E também não havia alguma pessoa na plateia que entendesse de música, teoria, afins. Então... para quem tocamos? Não, não foi para crianças... justamente pelo contrário. A orquestra tocou numa casa de repouso.


Para quem não sabe, casa de repouso é quase um asilo. E não sei se é ou não costume de uma casa de repouso, mas só havia senhoras, nenhum senhor por lá. Enfim... o barato dessa história é a seguinte. Meu grande amigo (na qual chamo formalmente de "maestro") foi à casa dias antes. E, em nosso último ensaio antes da apresentação, ele disse algo que, a princípio, não saquei:


- Pessoal... estou para dizer que essa é a nossa apresentação mais importante de todas.


Realmente, poucos são os que entendem de começo. Mas, ele explicou. As senhoras que vivem por lá não tem algum tipo de distração. Tevezinha, radinho... somente. Muitas ficam sentadas o dia todo, só esperando o tempo passar. Outras fazem crochê... e outras, infelizmente, não possuem muito o que fazer devido aos males que possuem: Alzheimer, Parkinson. E, o que é ainda pior: NUNCA os filhos, sobrinhos, netos dessas senhoras vão lá visitá-las. Quando meu maestro chegou lá, uma senhora segurou as mãos deles e disse: "Filho, eu sabia que você iria chegar...". Ele não havia entendido, até que umas das funcionárias explicou: quando qualquer homem jovem chega lá, qualquer um mesmo, mesmo que seja para fazer uma simples entrega, ela acha que é o filho dela que a deixou lá. Isso foi chocante. Portanto, fui lá com toda a minha vontade.


Chegando lá, senti um ar triste. Muitas senhoras olhavam incrédulas para nós. Entendi perfeitamente. Quando finalmente chegamos no local aonde estavam todas as senhoras, meu maestro iniciou a apresentação, antes com uma conversa. Ele tocou 4 músicas com seu acordeão. Logo mais, chamou sua amiga cantora, tocou mais duas músicas com seu acordeão (e ambos cantaram) e mais uma com sua viola caipira. As senhoras estavam muito felizes, aí a orquestra entra em cena. Toquei da melhor maneira possível. Tocamos 4 músicas, 2 tristes e 2 alegres. Após isso, elas nos aplaudiram, me senti extremamente feliz; havia uma senhora que ficou - sério! - aplaudindo por mais de um minuto. E quando tivemos de ir, havia uma senhora que chegou para nós e disse que ficou muito contente com a apresentação; fora que, na saída, uma senhora sentada disse a mim:


- Muito obrigada, querido. Vocês que fizeram nossa felicidade aqui, depois de tanto tempo.


Emocionei-me. De fato... foi a apresentação mais importante que eu tive. Se não foi, então... não, foi sim. Quando eu contatei alguns amigos, dizendo que eu ia apresentar em uma casa de repouso, muitos me disseram "que chato!". ALMA PEQUENA, PENSAMENTO PEQUENO.

Me disseram certa vez que altruísmo não existe. Que não existe essa de fazer algo bom sem querer nada em troca. Bem... acho que esses que me disseram isso são aqueles cimacitados "pequenos".


Tchau.


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PS: Parabéns para mim.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Casamento

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Olá.


Depois de muito tempo, resolvi pegar um livro na biblioteca da minha escola (infelizmente, não terei muito mais tempo para pegar outro... só um mês, até acabarem definitivamente minhas aulas). O livro que peguei foi "Romeu e Julieta". Apesar de ser mais manjado que episódio de Chaves, eu acho muito bonita a história, e mesmo trágica, mostra o verdadeiro amor. Infelizmente, isso atualmente é algo utópico.


Uma coisa que eu sempre quis fazer é me casar. Sempre quis ser um cara bem sucedido, me casar, criar minha família, ter um(a) filho(a), dar uma vida boa a ele e a minha esposa, essas coisas de filmes, sabe? Mas, cada dia mais venho me desapontando com a situação do mundo. É dificílimo criar um filho nos dias de hoje. E também venho me decepcionando demais com as meninas de hoje em dia. Poucas são as que se dão ao valor, é difícil encontrar, mas tenho a sorte de conhecer garotas assim (mas isso não quer dizer que não seja o mesmo com os homens; é mais difícil ainda encontrar caras desse nível). Quando pensamos encontrar nossa alma-gêmea, sempre queremos nos casar, ter filhos, etc. E nem sempre é o certo a se fazer. Teve um dia que eu tava voltando da casa de um amigo meu, e era a mãe dele que tava me levando pra casa, de carro. Eis que começa um assunto: casamento. Ela quase que me desilude da ideia. Ela disse coisas que, apesar de serem tristes, é a realidade:


- Olha, Afonso, eu gosto da ideia de casamento por causa de ter filhos, tal. Mas, depois que você pensa achar sua cara-metade e se casa, começam brigas e brigas. Briga por causa de tudo, briga por causa das coisas mais idiotas possíveis. Mas o pior é quando o dinheiro entra na história e o casal passa a brigar por causa disso. O amor desaparece, o amor não é mais o mesmo de quando o casal namorava e curtiam as coisas, por exemplo, um sentia saudade do outro num simples momento do outro não estar por perto. Isso era uma coisa bonita. 


Eu ratifico o que ela diz porque meu pais são divorciados há 9 anos e lembro mais ou menos de como eram as coisas. Um não suportava mais o outro. Apesar de eu ser novo na época, eu sentia a tensão entre ambos. Por isso que quando eles decidiram se divorciar, eu aceitei numa boa.


Muitas pessoas se casam pelo impulso. Pelo amor do momento. Muitos acabam não pensando no amanhã e acabam cometendo coisas com essa. O casamento é algo sério. Mas quando eu falo de casamento, não tô falando do casamento no papel, em que se assina que está morando com o outro. Quero falar do casamento "unidos para sempre, até que a morte os separe". Isso é realmente sério. Claro que já fui idiota o suficiente de pensar em pedir minhas ex para morarem comigo, quem já não pensou em fazer? No mais, agora existe a sensatez.


De qualquer maneira, mesmo com todas as coisas ruins que acontecem nesse mundo e com o número de pessoas que não prestam, que se fazem de boas e depois mostram as verdadeiras caras, eu ainda acredito que o amor que existe no Romeu e Julieta pode acontecer aqui (sem tragédia, por favor). O jeito é esperar, tudo ao seu tempo.


Tchau.


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domingo, 7 de novembro de 2010

Je t'aime

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Olá.


Fazer essa pergunta é algo clichê, mas, independente disso: você percebeu como o "eu te amo" não tem mais valor? Que qualquer um recebe isso por qualquer motivo, às vezes sem a mínima intimidade com o interlocutor, e que muitos usam essa frase como um "bom dia"? Eu sei que isso é extremamente falado em comunidades do orkut, mas sinto que devo expôr a minha opinião à respeito.


Em minha opinião, esta frase deveria ser dita a alguém que você confia e tem um bom grau de intimidade. Não somente os seus melhores amigos de todo o sempre, claro, mas aqueles que você tem estima grande. E pode ser no momento que você achar que for o melhor, mas dizer toda hora vai acabar banalizando o seu sentimento para o outro.


Minha professora de português estava me dizendo que o marido dela é péssimo para dizer coisas assim para ela, em compensação, ela o dizia o tempo todo. Um dia, ela passou por uma péssima situação (assalto na casa, refém... nem especificarei). Ela disse que estava muito mal, não conseguia dormir direito, quando uma hora que ela estava muito mal, chegou o marido dela, a abraçou e a consolou, dizendo: "Calma, meu amor... eu te amo e estou aqui, não se preocupe". Ela disse que essa frase exerceu um impacto muito grande sobre ela, e isso a deixou muito melhor, consolando.


Eu acho isso uma coisa muito fofa, muito bonitinha. Eu não sei se eu seria capaz de omitir os meus sentimentos para falar apenas nas horas certas. Mas uma coisa que eu aprecio muito, também, é dizer "eu te amo" naqueles momentos que você tem certeza que é para ser dito e que cai muito bem na hora. Como quando você consola seus amigos, e você mostra a eles que eles podem claramente confiar em ti, quando você está naquele momento "love" - assim que eu chamo aqueles momentos em que você e sua pessoa amada (não necessariamente namorados ou correspondidos) conversam, estão felizes entre si -, e vocês acabam se amando apenas pelo fato do outro estar ali, conversando contigo (nesse caso, palavras são desnecessárias, e a frase cimacitada serve apenas para firmar a crença).


Falei nas comunidades do orkut lá em cima, e aqui achei uma bem bonitinha e que tem algo a ver com essa postagem.


http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=105999560


Não se deve dizer "eu te amo" para quem você realmente não sente. Você pode iludir o receptor e acabar desgastando sua palavra. Eu amo poucas pessoas, mesmo assim, isso não quer dizer que não vá existir mais pessoas que entrarão em minha vida. E ainda, tem pessoas que eu amo e elas nem sabem... por vergonha minha. Triste.


De qualquer forma, finalizando, não acredite quando seus ídolos disserem lá na frente que amam vocês, hahah. Eles gostam bastante de vocês, afinal, graças a pessoas como vocês que eles estão lá na frente; mas, amor? Duvido altamente.


Tchau.


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