terça-feira, 27 de julho de 2010

Bandas e músicas que eu gosto

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Olá.

Essa postagem vai ser para vocês saberem mais ou menos o que eu gosto na música. E, ao contrário do que muitos pensam, eu não escuto somente pauleira, eu gosto de músicas calmas!

Comecemos:

- Eu gosto de ouvir Jimi Hendrix. É meio antigo, meio chatão mesmo, mas eu acho bem interessante! Não só porque ele é o melhor guitarrista de todos os tempos (de acordo com a revista Rolling Stone), mas porque ele era uma das poucas pessoas que tocavam 'com a alma e o sentimento', ele tocava a música pela música, não é por dinheiro, mulheres. Mas, para ele fazer as músicas interessantes dele, ele precisava 'viajar', e com o uso excessivo de drogas... ele se foi. Faz mais ou menos 40 anos que ele morreu! R.I.P., Jimi Hendrix.

Músicas que eu mais gosto: Little Wing (linda demais...), Hey Joe, All Along The Watchtower e Purple Haze.


- Uma das únicas bandas que eu ouço desde criança e ainda gosto é o Red Hot Chili Peppers. Ela representou e representa muita coisa da minha vida, inclusive o baixista Flea é minha inspiração. Mas apesar de eu gostar pra caramba, eu detesto as músicas antigas, eles eram bem malucos e drogados e só faziam besteira, sem contar que a música deles naquele tempo era horrível. Eu gosto mais dos últimos tres álbuns.

Músicas que eu mais gosto: Under The Bridge, Tell Me Baby, Scar Tissue, Snow e Can't Stop.


- Só para falar que eu curto música nacional, eu gosto de Charlie Brown Jr. Não sou exatamente um fã, mas eu gosto de escutar algumas vezes. É outra banda que desde pequeno escuto e gosto ainda.

Músicas que eu mais gosto: Pontes Indestrutíveis, Tâmo Aí Na Atividade, Zóio de Lula, Lutar Pelo Que É Meu e Ela Vai Voltar.


- Caminhando para o heavy metal, Angra é sem dúvidas uma das que eu mais gosto (isso é perceptível, de acordo com uma das minhas últimas postagens, haha). Eu não preciso dizer de novo aqui o motivo pelo qual eu gosto.

Músicas que eu mais gosto: Carry On, Rebirth, The Temple Of Hate, Nothing To Say, Arising Thunder e Nova Era.


- Metallica também é bom. Não sou um louco viciado como vários amigos meus, mas eu até que gosto (mesmo porquê, eu escutei MUITO, já me encheu a paciência... mas eu ainda gosto!). Eles são bem harmônicos, bem divertidos, as músicas antigas dele mostram como é o verdadeiro thrash metal (talvez numa postagem futura eu explique todos os gêneros do metal). Agora, o que eu não aguento mais ouvir é um monte de gente dizendo para mim coisas como "nossa, o Metallica antigo era melhor, tá uma droga agora". Eu não acho que tenha ficado uma droga, só que não lembra mais o antigo Metallica, que era thrash. Mas, permanece bom.

Músicas que eu mais gosto: The Day That Never Comes, Enter Sandman, Master Of Puppets, Nothing Else Matters e One.


- Outra banda de power metal que eu gosto é Dragonforce. Os membros da banda são muito virtuosos e rápidos, principalmente o guitarrista chinês Herman Li, enquanto o guitarrista Sam Totman possui feeling. O problema deles é que eles tem muitas músicas parecidas.

Músicas que eu mais gosto: Through The Fire And Flames, Evening Star, Cry For Eternity, Operation Ground And Pound e Black Fire


- Se eu não me engano, Iron Maiden foi a primeira banda de heavy metal/hard rock que eu ouvi na minha vida. É bem legal, interessante de se ouvir e também de se tocar. O único problema é o mesmo acima: músicas parecidas. Eu ainda gosto bastante, fora que o Steve Harris (baixista) também é uma das minhas inspirações.

Músicas que eu mais gosto: The Number Of The Beast, The Trooper, Fear Of The Dark, Blood Brothers e Dance Of Death.


- Uma banda 'pauleira' que eu gosto é All That Remains. Essa é realmente pesada: bateria muito rápida, gritos, guitarras muito distorcida, é muito divertido. Eu não gosto muito do guitarrista solo, Oli Herbert, mas o resto da banda é bem legal, sem contar que são ótimos instrumentistas. Eu sonho um dia em fazer cover dessa banda.

Músicas que eu mais gosto: This Calling, Whispers (I Hear You) (como vocês já sabem, foi dessa música que surgiu o nome do blog), Two Weeks e Six.


- Ah, mas como eu pude deixar Avenged Sevenfold por último!? Bem... eu não tenho palavras para dizer o quanto gosto de Avenged. Não sou um viciado doente, mas estou quase lá, hahaha. Tô brincando. As músicas são demais, e possuem bastante feeling, como as músicas do Jimi Hendrix. Pena que o baterista se foi... R.I.P., The Rev.

Músicas que eu mais gosto: Nightmare, Beast And The Harlot, Afterlife, Dear God, Gunslinger e Unholy Confessions. (o que não quer dizer que eu só goste dessas; eu gosto mais dessas, mas eu gosto de muitas, iria encher aqui... isso vale para as outras bandas também)


Tem mais coisa, mas essas são as que eu mais gosto dentre todas. Se eu for começar a fazer uma lista de tudo que eu gosto, eu mesmo vou ter preguiça de fazer, haha.

Tchau.

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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Preguiça

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Olá.

Eu não sei se ficou muito visível, mas eu sou muito preguiçoso, muito mesmo. Com lições, afazeres, até coisas simples como "levantar da cadeira para poder pegar um suco" eu tenho preguiça. Isso, infelizmente, será assim sempre; eu até tenho força de vontade, quando eu preciso mesmo fazer alguma coisa, eu faço e ainda por cima da melhor maneira que eu consigo. Mas... se não estiver nesses parâmetros, eu acabo não fazendo. E não somente eu, muitas pessoas também são assim.

Mas isso é justificável: a preguiça é determinada como um desânimo pela falta de objetivo. Se não há alguma coisa satisfatória a seu modo que acontece logo após você fazer certa coisa, não vale a pena fazer agora. E você nem precisa pensar para processar tudo isso que eu disse, isso somente acontece. Exemplo: eu estou sentado, usando o computador, fazendo poucas coisas. Subitamente me dá uma vontade de beber alguma coisa, como um suco, refrigerante, enfim. Mas, o esforço que eu farei para levantar, ir até a cozinha (que é logo ao lado) e pegar o suco só vai valer se você realmente estiver com necessidade (sede) ou muita vontade de beber. Então, para que levantar para fazer algo que só vai preencher motivo da minha cabeça? (pode pegar qualquer outro exemplo que vai ser a mesma teoria)

Outros confundem a preguiça com a vontade adversa em si. Um exemplo clássico é o da escola. Se você é uma pessoa que só dorme tarde, acordar às 6 da manhã pode não ser muito fácil. De qualquer forma, você acorda, sonolento, e quando te chamam para levantar para ir à escola, você diz "tô com preguiça". Isso não é preguiça, é falta de vontade: você estava tão bem em seu sono, aí chega o despertador (ou alguém que te acorda) e te tira desse descanso, e seu corpo ainda está acostumado ao local onde você dorme, e então, lhe vem a cabeça que ir para escola é ruim porque você vai ficar 340 minutos sentado olhando para a cara do professor, fazendo uma coisa que você não queria estar fazendo, e o único conforto que você tem é 20 minutos botando a conversa em dia com seus amigos (isso se você tiver amigos, se não, nem conforto você tem...). Isso não te dá incentivo algum, mesmo que você pense "isso é bom para mim, meu futuro será muito bom porque graças à escola eu segui bem na minha carreira na faculdade", isso é um futuro remoto, mesmo para quem já está no último ano (como eu, por exemplo). É como querer fazer academia para ficar forte: você, todo musculoso, é um futuro também distante, e futuros distantes só servem como referência para dizer que tal caminho é bom.

Quanto ao que eu digo, eu não confundo preguiça com falta de vontade. Eu só deixo para depois as lições por preguiça, não porque não quero fazer (eu gosto de lições e sou muito 'nerd', não que uma coisa tenha a ver com a outra). O que eu não aguento é ir para a escola, mas eu gosto de aprender, gosto das matérias, se a escola não fosse tão corrida, barulhenta e entediante, quem sabe eu gostasse de ir para a escola, também? Pois o que eu gosto é aprender, gosto de ler, gosto de pensar! Se bem que muitos me consideram estranho (eu entendo o porquê...), muitos me chamam de CDF, nerdão, mas eu não ligo, afinal, o nerd de hoje é o seu chefe de amanhã, não é?

Tchau.

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Alimentação

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Olá.

Uma das coisas que todos mais gostam de fazer é comer. Mesmo aqueles que fazem dieta, sofrem para não se render a algo calórico. E sinto-me feliz por ter nascido nessa época, onde a culinária é perfeita. Se bem que as coisas que eu comia antigamente também eram boas: quem lembra do Kidlat? Um bolinho da Parmalat, da turma de animaizinhos, era uma delícia, até que pararam de vender (se eu não me engano, voltaram a vender com a embalagem dos Padrinhos Mágicos).

Eu gosto de comer. Mas se eu não comer moderadamente, eu ficarei obeso. Não que ser gordo seja um problema, esteticamente falando; ser gordo, obeso, só é um problema à partir do momento que isso atrapalha sua saúde (diabetes, colesterol alto, excesso de gordura trans, etc). Claro, eu não me arriscaria a comer somente alface, brócolis ou couve-flor. Mesmo porque, se você não come carne, acaba lhe faltando proteínas necessárias para seu corpo. Mas tem de maneirar, não só com a carne, mas também com o doce; quase ninguém resiste a uma barra de chocolate, por exemplo. Você pode comer, mas esporadicamente.

Começando: Ao contrário do que se diz, a massa não engorda. Quero dizer, como qualquer outro alimento, engorda se comermos em excesso. Mas, o que faz engordar mesmo é o acompanhamento: por exemplo, se vamos comer um sanduíche, o pão em si não engorda, o que engorda é o queijo, hambúrguer, ou qualquer outra coisa que um indivíduo colocaria em um pão. Então, é pura balela quando alguém chegar em você e falar "não coma o miolo desse pão, senão você vai ficar barrigudo(a)!".

Você que está lendo, responda-me: em dia que está aquele calor infernal, você andando na rua voltando para casa, prefere tomar um copão de refrigerante ou de suco? Creio que muitos devem ter dito refrigerante, e isso não é bom. Eu prefiro chegar em casa e tomar um suco de laranja do que uma Coca-Cola, ou Fanta, tanto faz. Mas o suco não pode ser aquele de pacotinho, que vem com um monte de conservantes e que parece mais água com açúcar; tem de ser suco natural, esse é, além de delicioso, saudável. Se eu fosse você que escolheu refrigerante, tomaria mais suco.

Outra coisa: sim, eu sei que é chato, mas além de tudo, você precisa fazer exercícios. Não adianta você ficar obeso e tomar remédio para emagrecer que não vai adiantar muita coisa (você até emagrece, mas terá ataques nervosos que te farão comer mais, e acaba se tornando um ciclo vicioso). É tudo uma questão de paciência.

Finalizando: não que seja ruim ser gordo. Inclusive, tem muitas mulheres gordinhas que ficam bem melhores que aquelas mulheres magérrimas que pensam que tão abalando. Mas, isso pode ser ruim a sua saúde, e para reverter depois, acaba sendo algo maçante que te dá preguiça, e você acaba se rendendo. Como diz o ditado... melhor prevenir do que remediar.

Tchau.

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domingo, 18 de julho de 2010

Angra

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Olá.

Como eu disse na postagem anterior, eu falarei à respeito do Angra.

Para começar, o nome da banda. Não tem nada a ver com a cidade Angra dos Reis; Angra pode ser tanto de origem tupiniquim, de significado "Deusa do fogo", quanto para parecer com angry, que em inglês, significa "bravo, nervoso".

É necessário que se diga que a banda Angra é uma banda de power metal. Uma banda de power metal é uma banda cujo som é representado por baterias muitos rápidas e imponentes, vocais que podem alcançar facilmente notas agudas (mas também existem várias bandas cujos vocais são graves), e duas guitarras, que fazem solos em quase toda a música. O baixo acompanha a velocidade da bateria, e muitas vezes fazem solos. Não raro, também usam teclados, que podem tanto solar harmonicamente com as guitarras, quanto fazer a base (nesse caso, o teclado é quase sempre ajustado para violinos, instrumentos de orquestras em geral). No Angra tem o vocal agudo (Edu Falaschi; muitos fãs de Angra preferem o antigo vocal, André Matos, que além cantar bem, tocava teclado nos shows), duas guitarras (Kiko Loureiro, guitarrista virtuoso, mas muitos o consideram arrogante, e Rafael Bittencourt, que também canta e é ótimo guitarrista), um baixista velocíssimo (Felipe Andreoli, que é homônimo a um humorista do CQC, e é considerado por muitos um dos melhores baixistas), um tecladista orquestral (que sempre é convidado, mas por muito tempo foi Fábio Laguna) e um baterista de grande ranking (Ricardo Confessori, entrou à pouco tempo na banda, mas já foi integrante da banda há uns 10 anos). A maioria das bandas de power metal são alemãs e finlandesas, porém cantam quase sempre em inglês (por motivos de métrica; é mais fácil criar uma letra em inglês pois as sílabas são metricamente colocáveis em prosa). O mesmo ocorre com o Angra.

O que me traz grande interesse no Angra não é somente a virtuosidade (que, diga-se de passagem, é enorme). O interessante é que a banda mescla vários estilos, sempre colocando o power metal como tema principal. Por exemplo: na música Late Redemption, eles tocam com o cantor de MPB Milton Nascimento. Na música The Temple Of Hate, eles misturam o metal com música clássica. Na música Lullaby For Lucifer (eles não são uma banda satânica nem adoram o demônio, é apenas uma música...), eles pegam uma música antiga de ninar (Lullaby) e transformam em algo completamente diferente. Na música Angels Cry, há mudança de tempo e estilo, tanto que na mesma música há 3 partes. E assim segue.


Da esquerda para a direita: Confessori, Andreoli, Falaschi, Bittencourt e Loureiro.










Sexta houve o Anime Friends e, no final do dia, o show do Angra. O show começou às 19, e eu fiquei desde às 15:30 de pé, lá na frente, só pra garantir um lugar na frente para eu ver e ouvir eles tocando. E, puxa... superou todas expectativa de qualquer um que estava presente no momento. A minha emoção foi grande, porque além de ser meu primeiro show, foi uma banda que amo. Quando eles tocaram a música Silence And Distance, um monte de metaleiros que estavam ao meu lado começaram a chorar, tamanha a emoção deles. Eu queria realmente ver esse show, mas eu sei que tem gente que queria ver muito mais do que eu, e que é fã da banda desde que eles lançaram o primeiro disco, sei lá. Só sei que de uma hora para outra, todos ficam amigos no show e compartilham sua felicidade, nem que essa felicidade seja quebrar a coluna vertebral do indivíduo no conhecido 'bate-cabeça'. A única coisa que tenho para reclamar é o local onde eu estava: era barro, e como tinha chovido, era lama para todo o chão, voltei para a casa com as calças, as meias e os tênis todos sujos. Mesmo com os pés doendo, todo sujo de lama, todo dolorido de socos e empurrões, cansado demais, as 3 horas e meia de espera com certeza valeram a pena.

São coisas como essas que nos fazem reconsiderar a "felicidade". A felicidade está nas coisas pequenas: mesmo que pareça idiota você ficar extasiado apenas por ver seu ídolo tocando, são essas coisas que no futuro você vai lembrar e falar "ainda bem que eu fiz isso". Tem que curtir mesmo; no futuro, nós não teremos tanta resistência para sobreviver a um bate-cabeça ou ouvir caixas de som poderosas no máximo. Aproveite enquanto você ainda está inteiro e sua força de vontade pode ser realizada facilmente.

Tchau.

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sábado, 17 de julho de 2010

Animes

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Olá.

Primeiro: o tema que estou abordando, nem todos vão entender e alguns nem gostam. À vocês, que não entendem/não gostam: Paciência. Alguma hora postarei sobre coisas de seu entendimento ou de seu agrado.

Segundo: depois de quase uma semana sem postar, resolvi voltar a escrever aqui no blog. Eu estava sem ideias, e tive umas paradas tensas pra resolver e eu tive que deixar o blog um pouco de lado, mas agora, estou aqui de novo.

Desde pequeno gosto muito de animes, o que eu assistia sempre era Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco e Yu Yu Hakushô. Eu adorava ver batalhas, sangue, e uns xingamentos ("seus vermes insolentes"...). Mas, agora mais velho, eu assisto sempre os que estão 'na moda': Bleach, One Piece, Full Metal Alchemist (esse eu terminei de assistir, o antigo) e Katekyo Hitman Reborn (que não está tão 'na moda' assim, mas eu assisto). O roteiro dos animes sempre varia: No One Piece, cada um tem seu objetivo, e só andam juntos por 'conveniência' ; no Bleach, eles estão sempre na boa, mas aparece algum indivíduo que está atrapalhando o curso natural das coisas e eles só tentam resolver; entre outros, não vou ficar colocando aqui todos os roteiros. Mas eu não sei se é o desenho japonês dos animes, se é a história, método de resolução das coisas, enfim. Só sei que, quem gosta, gosta bastante, é realmente viciante.

Mesmo assim, eu não gosto tanto de mangá. Eu não sei como tem pessoas que gostam mais de ler os mangás do que assistir os animes. Não que eu tenha preguiça de ler, pelo contrário, eu amo ler; fora que o mangá mostra coisas que algumas vezes não tem no anime. Mas, não sei, não tem a mesma emoção. Eu, por exemplo, que leio Harry Potter, prefiro assistir do que ler; é bem mais legal ver o Avada Kedavra matando alguém do que ler e imaginar o mesmo.

O que eu acho estranho é o comportamento de muitos otakus. Muitos são frenéticos, são 'loucos' e odeiam que chamem os mangás de 'gibis' e os animes de 'desenhos'. E ainda, amam a cultura japonesa e misturam o vocabulário japonês com o normal. Agora, pensa umas centenas desses aí, com muitas lojas de coisas de anime e comida japonesa. Está feito o maior evento de anime, o Anime Friends. Não sou um otaku, mas eu fui ontem lá, não só apenas pelo evento, mas porque aconteceu um show que eu queria MUITO ir (Angra!). E tirei boa parte das minhas conclusões a respeito, e não aprovo isto. Então, para gostar de anime, tem de falar "baka"e "okama" para ofender e tem de saber comer de hashi? Tem de ficar bravo quando chamam o mangá de gibi? Acho isso muito idiota. Mas... no mesmo dia me provaram o contrário: eu encontrei um cara cabeludo, de bandana, jaqueta de couro, foi ver o show do Angra. Eu falei com ele, e ele me disse: "cara, eu gosto pra caramba de anime, mas nem por isso fico falando em japonês, somente gosto."

Fato é que o anime me arranjou mais amigos, me fez pensar de uma forma diferente, me fez pensar mais. Sim, isso é possível: assista Death Note e você vai saber do que eu estou falando. Se você não gosta de animes... amigo, você não sabe o que perde. Se você não entende, mas quer entender, você tem alguém aqui que pode te ensinar o que necessitar. Certo?

Tchau.

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PS: Show do Angra foi demais. Em uma postagem talvez eu aborde à respeito.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Saudades

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Olá.

De acordo com os especialistas linguísticos, a palavra 'saudade' é uma das mais difíceis de se traduzir para outras línguas (os ingleses, mesmo, quando dizem que estão com saudades, só usam 'I miss you'). Poucas são as línguas que possuem essa palavra em seu vocabulário, e mesmo as que tem, não tem o significado exatamente igual ao da língua portuguesa. Se algum dia um estrangeiro te perguntar "o que é 'saudade'?", o que você responderia a ele? (respostas nos comentários =D)

Muito ficariam procrastinando, enrolando, até achar uma resposta que conforte, mas que não é o significado. Eu vou tentar formular uma resposta aqui: "Saudade é uma tristeza de algo que, antes próximo a você, está distante. E esse 'algo' pode ser: pessoa, época, comida, animais em geral, dias, tudo. "

Infelizmente, essa resposta não é geral pois é metafórica, logo também é uma enrolação. Mas, boa parte talvez entenderia e associaria a algum fato de sua vida, por que não?

De acordo com minha aula de história, a saudade é uma lembrança de um passado satisfatório, a presença em um presente não satisfatório e um receio de um futuro incerto. Explicando: seu passado pode não ter sido algo tão bom, mas era uma coisa que satisfazia. Por exemplo, seu cachorro te mordia pra caramba, só dava trabalho, mas isso já te bastava. E agora, você está em um presente insatisfatório, onde você está numa condição diferente da que você estava antes, mas que não te satisfaz como antes. Por exemplo, você pode ter viajado e você não vai ver seu cachorro por um bom tempo. E então, você está receoso por um futuro que não é tão certo, por exemplo, pode ter acontecido mil coisas com o cachorro enquanto você viaja, mas você nem precisa pensar nesses tipos de coisa para sentir. Logo, você sente tristeza pelas coisas que podem não ser mais como antes. A saudade pode ser associada à morte, nesse caso, mas muitos exemplos podem ser feitos nesse caso, e pode ser associada a coisas pequenas. Outro exemplo: você gostava do macarrão da sua avó. Atualmente, você não está comendo mais esse macarrão por que você está na casa de seus pais. E como você não sabe quando você comer esse macarrão de novo, você sente uma leve tristeza de não comer, e exclama:

- Que saudade do macarrão da minha avó! - Olha aí a saudade de novo.

Mas, cá entre nós, você daria essa explicação a um estrangeiro? Por mais que você saiba se expressar em outro idioma, ou ele se expressar no seu, alguma confusão daria nesse meio tempo. Ou não, né. Essa resposta é mais detalhista, logo não é uma procrastinação, então seria mais fácil de explicar. Mas... será que ele entenderia ao certo?

Eu não acho que é uma palavra tão difícil, acho estranho considerarem que é a 7ª palavra mais difícil de se traduzir. Para os curiosos, as 10 palavras mais difíceis de se traduzir:

Para finalizar: essa é mais uma das coisas que só que provam que, mesmo que saibamos falar uma língua, nem tudo pode ser resumido em palavras. A nossa cultura já nos ensina o que é saudade sem que temos de saber em palavras; afinal, saudade não se explica, saudade se sente.

Tchau.

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domingo, 11 de julho de 2010

Versos íntimos

"Vês?! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te a lama que te espera!
O Homem que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera

Toma um fósforo, acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro.
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa ainda pena a tua chaga
Apedreja essa mão vil que te afaga.
Escarra nessa boca de que beija!"

Augusto dos Anjos

sábado, 10 de julho de 2010

Sofrimento

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Olá.

Todos sofrem, e por determinados motivos. Morte, amor, ansiedade, tristeza, muitos são os fatores determinantes. E, infelizmente, minha conduta moralista jamais conseguirá fazer com que vocês não sofram mais, independente de minhas palavras. Mas, eu posso tentar, o que será algo em vão, mas eu ainda guardo um pouco de esperança para que vocês levem algo do que eu falarei.

Primeiramente: não ache que o que você passa é sofrer de verdade, e que não há alguém pior que você. Você acha que sofre? Passe um dia na África, especificamente na Somália ou Etiópia. Eles, sim, sofrem de verdade.

O sofrimento é algo um tanto maleável. Mesmo assim, é de nossa natureza sofrer, afinal, se não há sofrimento, não saberemos o que é o prazer. Então, o melhor remédio para sofrer menos é se acostumando com a dura realidade. Mas, se você se acostuma demais, você acaba acumulando muitas tristezas, e acaba ficando insano. Quando eu digo "insano", não quero dizer das pessoas que sofrem de distúrbio mental, que não raciocinam coisa com coisa. Eu quero dizer aquelas que, por instinto, agem de uma maneira sociopata, e seu objetivo é ser diferente em todas as maneiras de qualquer outra pessoa que esteja sã. Você se torna alguém estressado, deprimido, louco e, no fim, conformado com tudo. Uma pessoa sem propósitos.

Um método de acabar com o sofrimento é tendo bons amigos. Não que eles te dão respostas para todos os problemas. Mas o fato deles te escutarem talvez o faça melhor. E de tanto você ver que eles se preocupam, você se acostuma, e acaba por sofrer menos, afinal, você já vivenciou tanto isso, não é?

Mas, apesar de eu ter amigos que me ajudam... aos poucos estou me tornando insano. Perdoem-me pela postagem sombria. Foi o melhor que pude fazer diante da minha 'loucura'.

Tchau.

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Valor

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Olá.

Encontrar alguém que ainda tem o valor como humano é incomum, mas ao achar, eu acho algo muito prazeroso. Mas, o que é o 'valor' que eu me refiro? Definí-lo-ei: são pessoas castas, sem malícias (malícia não quer dizer que seja algo somente pervertido; malícia é algo, também, maldoso), que são honestas, humildes, sagazes e inteligentes. E, com certeza o mais importante, elas tem o valor próprio (eu sei, isso soou redundante...), elas valorizam a própria mente, a própria reputação e o próprio corpo.

Quando eu digo que elas valorizam a própria mente, eu quero dizer que elas tentam não se influenciar. Que elas tem opinião própria, e o que vem dos outros não atrapalha em seu pensamento. Elas apenas escutam o que as pessoas dizem se for algo realmente produtivo.

Quando eu digo que elas valorizam a própria reputação, eu quero dizer que elas mantém sua imagem de pessoa honesta. Mas com verdades. E um jeito de fazer isso, é tendo palavra, cumprindo com o que fala.

Prometer uma coisa para alguém é, para mim, algo seríssimo. Pois pode ser a coisa mais idiota do mundo o que você prometeu, mas a promessa testa o seu valor como pessoa dentro de qualquer parâmetro. Eu, ao menos, penso assim. Se alguém prometer algo sem muita significância para mim, eu vou examinar. E se a pessoa não cumprir... eu desconsiderarei pedir outras coisas; afinal, se você não é capaz de cumprir uma coisinha qualquer, nada pode me garantir que uma coisa mais séria que no futuro eu posso hipoteticamente pedir será cumprido. E promessas mais sérias só são feitas se você estiver precisando que a pessoa faça isso. Então, eu posso ser deixado na mão, não é?

Você, meu caro amigo que está lendo: só faça uma promessa se você estiver totalmente apto a cumprí-la, e dentro do prazo que você prometeu. Certo?

E para finalizar: quando eu digo que elas valorizam o próprio corpo, eu quero dizer que elas tem respeito para com seus parceiros. Isso significa que elas não saem pegando qualquer um, transando com qualquer um. Afinal, o sexo é algo de extrema intimidade, você está se expondo e está se entregando. Acho que é uma baita falta de valor próprio já sair se entregando para qualquer um, não é?

E tenho dito.

Tchau.

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Morte

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Olá.

Dizem que a morte é a pior coisa que pode haver. Eu discordo em parte. Sim, a morte é muito ruim para nós, porque a pessoa que amamos se vai de uma hora para a outra. Mas o que ocorre após a morte? Se formos pelo lado cristão da coisa, a pessoa que morreu, se foi uma boa pessoa, terá uma pós-vida muito melhor. Ou seja, seria muito egoísmo de nossa parte querer que a pessoa esteja sempre ao nosso lado se ela pode ter algo melhor pela frente. E se a pessoa mesmo não quisesse viver mais? Se ela quisesse a vida póstuma? Claro, muitos podem ter pensado agora: nem todos conseguirão a vida eterna no Paraíso. Mas, espera aí: se a pessoa não conseguir essa vida, é porque ela não foi uma boa pessoa. Ou seja, você estaria amando alguém que não é bom. Então, você já deveria ter em mente que ele não acabaria bem, não é mesmo?

Meu padrinho faleceu há mais ou menos um mês. Foi difícil, eu fiquei muito sentido com isso, mas depois que eu passei na casa dele, eu descobri pela minha madrinha que em seus últimos dias ele já estava desistindo da vida. À partir daí, refleti muito, e cheguei a conclusão de que eu não devo me preocupar: faz parte da vida. Se bem que eu ficaria muito nervoso se ele morresse tragicamente, como em um assalto (ele era dono de um bar, isso poderia acontecer facilmente, já que se passam muitos bêbados por lá). Felizmente, ele morreu já idoso, então era mesmo a hora dele: ele morreu de ataque cardíaco.

O que eu acho muito importante : creio que devemos sempre dizer às pessoas o quanto gostamos dela. Eu sei, vocês ouvem bastante isso por aí, mas é a verdade. Isso às vezes dá um impulso para querer viver mais, sabe? Saber que há alguém nesse mundo que te ama, além dos pais, claro, é muito bom, vocês sabem disso.

Mas, o mais importante de tudo: você também é humano, ou seja, você também morre. Então, como nós nunca saberemos quando nós vamos morrer, temos que aproveitar os dias. Eu sei, terão dias em que nós vamos acordar de saco cheio e dizer "vou curtir coisa nenhuma, me deixa deprimido aqui que eu tô feliz". Isso também é curtir o dia, só que da nossa maneira. Chegará um dia em que nós vamos olhar para trás (isso se ainda tivermos a capacidade de lembrar das coisas) e vamos ficar felizes. Afinal, só de bons momentos que lembramos. Ou seja, tente ser o mais louco possível.

Eu não sou aquele fã de poemas. Mas esse aqui (Instantes, de autor incerto) eu carregaria sempre no meu bolso, para ler sempre que eu puder:

"Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.

Seria mais tolo ainda do que tenho sido; na verdade, bem poucas pessoas levaria a sério.

Seria menos higiênico. Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios. Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos imaginários.

Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas; se voltasse a viver, viajaria mais leve.

Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera a continuaria assim até o fim do outono.

Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vez uma vida pela frente.

Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da sua vida. Claro que tive momentos de alegria. Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos. Porque, se não sabem, disso é feito a vida: só de momentos - não percas o agora.

Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo ..."

Então, amigo(a)... porque você não diz agora para um amigo seu que você o ama? Creio que isso não vai tirar nenhum pedaço, não vai doer, e o melhor, seu amigo vai adorar. Eu mesmo vou já dizer a um amigo que o amo.

Tchau.

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Elegância

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Olá.

Elegância é uma coisa que todos nós podemos ter. A elegância, para mim, ultrapassa a beleza: o cara pode ser lindo, mas se não for elegante, de nada vai adiantar. Por exemplo: eu sou um cara mediano. Não sou realmente feio. Mas também, não sou um George Clooney, eu não paro multidões, nunca ninguém por aí saiu gritando para mim "lindoooooo" e muito menos já brigaram por minha causa. Não sou exatamente bonito. Mas, se eu me visto bem, dou uma ajeitada no cabelo, sou cavalheiro e tenho boa conversa, de uma hora para outro eu fico um gato. E isso não vale só comigo, com qualquer outro homem, por pior que ele aparenta. Sério.

Para ser elegante, não basta somente vestir uma roupa bonita e se pentear. Há de haver cavalheirismo. Cavalheirismo é algo que eu acho incrível. Eu mesmo sou um, apesar de não parecer. Ser cavalheiro é ser educado, gentil, cortês e fazer todas aquelas coisas que um homem de hoje dificilmente faz: abrir a porta do carro para a moça, oferecer o seu lugar para ela sentar, dar sua blusa se ela estiver com frio (mesmo que ela esteja com um milhão de blusas), pagar o jantar e as coisas que ela quer... muitos diriam "cara que faz isso é trouxa". Para mim, trouxa é quem não o faz. E não pode ser cavalheiro apenas nos primeiros encontros... tem que ser sempre, mesmo que você esteja a 30 anos com a mulher, afinal, todas as pessoas te olham de uma forma melhor quando se é cortês. Com cortesia e educação, consegue-se mesmo muita coisa. A educação é algo primordial, todos deveriam ser educados (e esse já é o primeiro passo para o progresso).

Elegantes.... Não somente os homens deveriam sê-lo. As mulheres quando são elegantes chamam muito mais a atenção do que qualquer mulher, por mais corpo que essa mulher possa ter. Já teve várias garotas que eu fiquei reparando quando estavam mais elegantes. E elas nem eram tão bonitas. Creio eu que muitos de vocês já devem ter passado por isso também, estou errado?

Enfim, se você se considera feio, siga meus passos ditos acima. Eu gostaria, sim, de ser um pouco mais belo (que na verdade é coisa superficial; só causa uma primeira impressão), mas sendo elegante tal como sou já me basta. E em base de cortesia... reflitam com a frase:

"Sê cortês com todos, mesmo com os inferiores. Se a cortesia é honra para quem recebe, muito mais para quem a pratica" (T. Kempis)

Tchau.

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domingo, 4 de julho de 2010

Análise

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Olá.

Quando eu criei o blog, eu estava querendo fazer pelo menos uma postagem por dia, para que vocês não fiquem sem conteúdo. Mas ontem, devido à tristes problemas pessoais, eu não consegui ter ideias para comentar. E mesmo as ideias que eu tive, eu falava uma coisa ou outra e não faziam o menor sentido. De qualquer forma... resolvi fazer uma análise de tudo o que eu pensei ao querer fazer essa coisa toda.

Quando fiz todas os postagens, já fui correndo no orkut atualizar meu 'subnick' para que todos pudessem olhar o link do meu blog e darem uma olhada (o que, aliás, farei agora também, hahaha). E, analisando de todas as postagens e os comentários de amigos, cheguei numa conclusão: eu não fiquei satisfeito com todas elas. Exceto anteontem: quando eu terminei de fazer a postagem das drogas, eu olhei e disse "ficou animal!". Eu gostei, mas só um amigo comentou, que triste. A postagem do amor chegou bem perto do que eu queria, até gostei, mas ainda tem coisas que eu precisava falar que na hora não me vieram à cabeça. Ainda tem coisas em cada tópico que eu preciso falar mais, por exemplo, o de música. Mas, ao invés de eu atualizar as postagens, eu farei novos.

Me esforçarei para fazê-las. Pode ser que vocês gostem bastante e podem ser que vocês odeiem. Bem, nesse caso... paciência. No mais, quero que vocês gostem.

Tchau.

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sábado, 3 de julho de 2010

Drogas

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Olá.

Eu acho muito legal quando um jovem incentiva outros jovens a não usar drogas, a não beber, etc. Eu gosto muito disso, então me sinto no dever de passar isso para vocês.

As pessoas que começam a se drogar o fazem por influências. Isso todo mundo sabe. Mas, o que as pessoas sabem e teimam em não enxergar é que, uma vez que você usou uma droga, você não a larga mais. Sério. Vou dar um exemplo (que aconteceu com alguém próximo a mim, sem citar nomes ou fazer referências) : um garoto está com os amigos dele e de repente um deles oferece maconha ao garoto. Ele pensa um pouco, e só para não passar vontade, ele fuma uma vez. Ele passa mal, quase morre ali porque seu sistema respiratório não está acostumado a isso e no fim, ele promete a si mesmo que não vai fumar mais. Passa-se uma semana. Mesmo que o corpo dele não esteja necessitando fumar mais, ele começa a se lembrar da vez que fumou, e lembra que, apesar de ter quase morrido com aquilo, ele sente que teve algo bom naquilo, pois a sensação era de liberdade, de 'brisa', uma 'viagem'. Então, psicologicamente ele não necessita, mas gostaria de sentir aquilo mais uma vez. Então, com sua força de vontade, ele pega com o mesmo amigo mais um cigarro, fuma, passa mal de novo, mas a sensação de 'brisar' foi maior do que a última vez. E agora, ele vai querer mais. Aí, ele já começa a se viciar psicologicamente, e pronto, já não consegue mais largar a droga. E o pior é que o idiota vive falando que se ele quiser, ele larga, mas é pura balela. E para se livrar depois que é tenso... só os pais dizerem a ele que não deve mais fazer isso não vai adiantar, independente se ele é apegado a eles ou não (o que é difícil, se ele é apegado aos pais, ele não vai fumar porque ele sabe que os pais deles se importam demais com ele).

Pior do que usar drogas por curiosidade é usar drogas por pressão. Se um cara mais alto, mais forte e mais velho te pressiona a usar e você, por medo ou algo assim, usa e de primeira começa a se viciar, acabou com sua vida à toa. E para evitar isso, você tem que deixar de ser uma pessoa influenciável, tem que ter sua opinião firme: mesmo se você apanhar por não usar, ao menos você é inteligente e nunca acabará com sua capacidade intelectual com itens alucinógenos.

Beber também é algo triste. Eu sei como é, porque meio pai foi alcoólatra e hoje sofre as consequências por isso. Eu DETESTO bebidas. Não gosto nem de Smirnoff, que todos dizem que é bom e quase não tem álcool. Eu não gostei. Felizmente, nesse caso eu 'herdei' da minha mãe, que também não gosta. Atualmente, quase todos os meus amigos já foram fracos e cederam, beberam. Pior que isso: muitos até ficaram bêbados. Eu desprezo quando as pessoas chegam para mim e falam como se tivessem contando vantagem dizendo que já ficaram bêbados. Mesmo aqueles que não estão contando vantagem, acho repugnante. Eu bebi poucas vezes, e nenhuma passou de metade de um copo. É, quando eu digo que eu detesto, eu detesto mesmo. O pior é que a faixa etária dos meus amigos vai de 14 anos à 18, poucos foram os que passaram disso, e muitos já ficam bêbados. Os caras nem alcançam a maioridade e já compram bebidas, ficam ferrando com o corpo. E para esses meus amigos, digo somente uma palavra que expressa todo o meu desgosto: lamentável.

Vocês que tem vontade de usar drogas (ou já usam), passo minha singela mensagem: parceiro... seu corpo funciona tão bem sem drogas, para que causa, razão, motivo ou circunstância você vai querer usar drogas? Para não ser 'careta'?

É... meu corpo funciona não tão bem, mas mesmo assim eu sou feliz sem drogas. Se eu quiser 'brisar', eu vou escutar uma música do Beethoven, ou uma menos clássica, Big Sur Moon (bela música do Buckethead... recomendo). Se eu quiser passar mal, eu vou comer fritura, que de repente me dá um ataque cardíaco e morro logo de uma vez. E se eu quiser me divertir, eu saio com meus amigos, que para mim vale um milhão de vezes mais.
Pensem, meus amigos.


Tchau.

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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Amor

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Olá.

Todo mundo em sua vida pensou pelo menos uma vez à respeito do amor. Qualquer um já tentou definí-lo, inclusive o grande filósofo Sócrates, que disse muitas coisas à respeito (logo mais postarei; ainda não achei um site que possua tal referência completa). Muitos amigos meus também tentam. Mas o interessante é que, por mais que todo mundo tente definir, não há um 'final específico'. E cada um me fala cada coisa...

Muitos tentam ainda me explicar a diferença que há entre 'amor' e 'paixão'. Cada um dá sua teoria, mas no final acaba sempre da mesma maneira: 'paixão' é algo que você sente por coisas que você gosta, como futebol, música, etc. Mas pessoas não se incluem. E o 'amor' é uma procrastinação completa. Mas, tentarei fazer da minha forma uma definição.

"Amor é um sentimento que você tem pela outra pessoa que te faz querê-la bem. Você mataria e morreria por ela. Você quer que a outra pessoa seja feliz independente do rumo que ela tomar. Mas, mesmo você a querendo feliz, você simultaneamente a quer com você. Esse sentimento o deixa meio bobo e você só pensa na pessoa amada. Simplesmente o fato de você pensar na pessoa amada já o deixa feliz."

Para ser sincero, essa minha definição também é um 'enrolação', pois há uma adversidade no meio dela. Mas, é o que eu considero mais perto do amor. Convenhamos... eu nunca senti isso. Claro que quando eu namorava, eu possuía um sentimento forte com relação a minha namorada; mas eu nunca fiquei pensando direto nela, claro que eu a queria feliz, mas se fosse para deixá-la para ela ser feliz com outra pessoa, para mim não havia problemas (Apesar disso, eu sempre fui muito ciumento. Vai entender...)

Para os jovens, tal sentimento é difícil ocorrer. Com tantas opções e com a quantidade de vida que hipoteticamente elas terão pela frente, no começo elas não sentem muito isso. Mesmo eu, que tive minha primeira namorada aos 15 anos (tenho 16...) e nunca tive muitas namoradas desde então, nunca 'me amarrei' dessa maneira.

Há sempre uma exceção, óbvio, como aqueles casais de namorados que realmente se casam. O namoro adolescente é uma coisa que atualmente está muito banalizada: muitos transam no 1º mês de namoro (alguns, até no 1º dia); mesmo com namoro sério, muitos ainda 'pulam a cerca'; muitos dizem 'eu te amo' sem realmente sentir. Mas, o que tornou tudo a coisa banal que é o namoro adolescente é a mídia. A mídia que os influencia: a mídia mostra que transar cedo é normal; a mídia mostra que trair é algo aceitável... e o pior é com a frase tão linda "eu te amo". Eu acho muito triste agora essa frase ser dito por qualquer um a qualquer um. Eu já não posso mais dizer que eu amo meus amigos sem que eles realmente entendam o sentido, que eu realmente os amo (por isso não digo a mais ninguém, somente à minha mãe, e 4 amigos).

Pois é, meus queridos amigos. O amor está sendo manipulado de acordo com o tempo. Eu não sei se devo achar isso bom ou ruim, pois tudo o que muda vai, gradativamente, se tornando algo normal. E isso também explica porque muitas pessoas vão se tornando rabugentas: não aceitam que tudo o que era bom para eles tenha se tornado muito diferente. Mas, concordo com eles nesse ponto. Antigamente era, sem dúvida, muito melhor. O amor deles era real e o ar era respirável.

E, para fechar minha postagem, meus pêsames ao amor. Fiquem com o poema de Camões para fazê-los refletir.

"Amor é fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói e não se sente,
É um contentamento descontente,
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer,
É solitário andar por entre a gente,
É nunca contentar-se de contente,
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade,
É servir a quem vence, o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?"


Tchau.

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Religião

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Olá.

Esta postagem vai falar muito de mim. Se não quer saber minha opinião à respeito, de religião, vá ler um jornal ou qualquer coisa, que será mais interessante.

Se há uma coisa que me interessa bastante é a religião. Eu gosto de ver como que as pessoas pensam à respeito do mundo, sua filosofia de como tudo chegou até onde está. Mas, apesar disso, não sou religioso. Sou humanista. Eu acredito em Deus, O amo sim, mas não vou em igreja, leio a Bíblia de vez em nunca, e não oro direto como os católicos. Mas respeito quem faz.

A coisa que eu acho mais interessante é a discussão que tem entre ateus e/ou agnósticos com católicos e/ou evangélicos fervorosos. Há uns 3 anos eu estava olhando no orkut dos meus amigos, quando de repente me deparo com uma comunidade chamada: Jesus deveria ter apanhado mais. Eu fiquei intrigado porque alguém pensaria assim e olhei nos tópicos. Os ateus (que se proclamam assim, mas estão nessa comunidade, logo deveriam ser satanistas, afinal, como você quer que alguém que você não acredita apanhe mais numa situação que, para você, nunca existiu?) provocavam demais os religiosos. E eles ficavam nervosos, rogavam pragas, falavam coisas do tipo "não sou eu mesmo que vou para o inferno" (Falava isso, mas continuava brigando. Muito sagaz...), e os ateus de divertiam, pois os cristãos xingavam de coisas que mesmo eu, que estou acostumado com minha família falando palavrões o dia inteiro, nunca havia antes ouvido. Até que apareceu um pseudo-ateu dizendo uma coisa que me fez refletir:
- Isso, cristãos, continuem xingando. Continue mostrando o que sua religião ensinou a vocês: não respeitar a opinião do próximo.
Bati palmas a ler isso. Poxa, se aqueles cristãos fossem um pouco mais racionais, entenderiam que, de acordo com a Bíblia, se os ateus negam Jesus na frente dos homens, Jesus os negará na frente do Pai. Então, para que se preocupar? Deixem-nos pensar o que querem...

Mas o motivo pelo qual gosto de discussões não é porque sou um 'barraqueiro': eu gosto dos argumentos. O número de quem ganha em discussões religiosas é maior para o lado dos ateus, mas já vi bastante religioso humilhar ateus com seus argumentos.
Uma situação-exemplo é uma que me envolve: meu irmão é satanista e eu sou humanista. Nós falamos direto à respeito disso. Ele colocou no subnick do orkut um link de uma postagem de um clã muito estranho chamado Metal Wolves (cujo objetivo é "descristianizar" as pessoas), dizendo que o nosso cristianismo está doente. Discuti com ele, mas perguntando o porquê de querer descristianizar as pessoas. Para mim, isso é algo sem fundamento. Ficamos um tempo falando disso, mas foi apenas por discutir: nem eu queria convertê-lo para o lado cristão, nem ele para o lado satânico.

Uma dica é: não sinta-se ofendido se alguém falar mal de Deus. Se você achar que está ofendido, pense que o islamismo é duramente criticado sempre. Só que eles resolvem as discussões com bombas. Acho que podemos resolver na calma, discutindo, certo?

Tchau.

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